terça-feira, 27 de maio de 2014

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Slide Sapiranga


Slide feito pela professora Dóris Fernandes Magalhães, autora do livro Sapiranga 50 anos de Município. Mais de 200 de História

terça-feira, 29 de abril de 2014

Festa das Rosas


Festa das Rosas



Nos arquivos do Museu Municipal de Sapiranga, encontramos duas citações quanto à origem da denominação que nossa cidade recebeu: "Sapiranga - Cidade das Rosas".
A primeira referência aparece numa pesquisa feita pelo repórter Caubi Silva. Na Biblioteca Municipal e outras fontes, quando verificou que a idéia partiu do professor e jornalista Moniz Pacheco, comprovada por um artigo de sua autoria, na edição nº 139, de24/12/60, de "O Ferrabraz",cujo teor é o seguinte: "Sapiranga também tem motivos encantadores para constituir o seu brasão e nós indicamos aqui aspectos marcantes da evolução histórica, econômica e social de nossa cidade". Nosso emblema seria dividido em quatro partes, apresentando os seguintes símbolos: perfil do Morro Ferrabraz, indicativo de sua localização; figura do agricultor com a tradicional enxada, representando a sua primeira fonte de riqueza; chaminé, característica do seu atual desenvolvimento industrial e finalmente, um ramo de rosinhas dos canteiros da cidade.
Como Legenda, chamaríamos Sapiranga a "Cidade das Rosas", rosas que embelezam os canteiros das ruas e os jardins da cidade; rosas que simbolizam o espiritualismo e o sentimento estético dos sapiranguenses; rosas que transformam em festa perene toda a cidade, acenando, com o seu perfume e na policromia das suas pétalas como um gesto carinhoso e hospitaleiro para o visitante.
Fica aí a sugestão. Com votos de que saibamos aproveitar o que temos de mais preciosos, de mais enternecedor. ("M.P.)"
A segunda, e a mais divulgada, é aquela que atribui a Osvaldo Goidanich (primeiro Diretor do Serviço Estadual de Turismo do Estado), que em 1964, quando em visita à nossa cidade, surpreendeu-se com grande número de rosas que eram cultivadas pelas famílias sapiranguenses e sugeriu que Sapiranga fosse chamada de "Cidade das Rosas"
Neste mesmo ano, a administração, liderada pelo prefeito Oscar Balduíno Petry, aceitando a sugestão, iniciou o cultivo de rosas através de vários viveiros. Foram feitos canteiros nas vias públicas, criando praças exclusivas para rosas. Neste período, o Lions realizou palestras em escolas e entidades da comunidade, solicitando a colaboração da população para o devido cuidado das rosas.
A Festa das Rosas foi oficializada pela Lei Municipal de 04/11/64, passando a ser realizada no terceiro domingo de novembro nos anos ímpares. 
Na primeira edição da festa não houve escolha da rainha, somente no ano de posterior onde o critério era a venda de votos, cuja soma total era revelada durante o baile. Nos concursos seguintes , a escolha da rainha e suas princesas foi feitas por um corpo de jurados. 
A festa contava ainda com atividades como o concurso de jardins e buquês, desfile de carros alegóricos, exposição industrial no Palácio de Esportes com os principais produtos e indústrias do município, apresentação de corais, bandas marciais, desfiles de escolas, atividades esportivas, corrida de bicicleta, gincanas e shows artísticos variados. Inicialmente, a festa foi realizada anualmente. A partir de 1970, passou a acontecer de dois em dois anos. O local do baile era o Clube 19 de Julho e o da exposição era o Palácio de Esportes. Mais tarde a festa ocorreu ao ar livre, no Parque do Imigrante. Entre os aspectos que se fizeram presentes, podemos destacar em todos os eventos a confiança, a colaboração da comunidade, que não medem esforços para a realização da festa.
Até 1986, a Festa das Rosas realizou-se regularmente. A partir desse ano, tivemos 11 anos sem a realização da mesma.
Em 1997, resgatando valores da nossa comunidade, a Festa das Rosas voltou a acontecer no Parque Municipal do Imigrante, que contou com uma ampla rede gastronômica, apresentações artísticas, exposição industrial, cultural e esportiva.

Museu Municipal


Museu Municipal

Construído para sediar a Estação Ferroviária em 1903, é a sede do museu desde 1996. As peças contam a história da viação férrea e da colonização alemã. Partindo do slogan "Museu é Vida", ele registra e resgata os vários aspectos da cultura. Arquivo fotográfico, Museu itinerante, projeto Memória Oral, Reconstruindo nossa História, exposições de diversos temas. Localiza-se na Av. 20 de Setembro, 3675 - Informações fone: (51) 3559-4751

Pontos turísticos - Colônia de Jacobina



Colônia de Jacobina


A propriedade serviu como locação para o filme "A Paixão de Jacobina". Possui uma casa em estilo enxaimel, com mais de cem anos e reproduções dos personagens do filme, um galpão onde foi filmada a cena final e a trilha das Três Quedas com acesso a cascatas onde se pode tomar banho. Zona Rural - Picada Schneider - Fone: 3599-2768 / 96719370

Pontos turísticos - Estátua e Cruz


Estátua Coronel Genuíno Sampaio




Estátua erguida por colonos próximos à residência de Jacobina. Em 1874, nesse local, travaram-se duas batalhas entre soldados do Coronel Genuíno Sampaio e o grupo de Jacobina.
 Cruz da Jacobina



Neste local, Jacobina e alguns do seu grupo se abrigaram para fugir do confronto com seus perseguidores. A cruz foi colocada no início do século XX, depois da visita de um dos remanescentes do confronto. Acredita-se que neste local Jacobina tenha sido assassinada. 

Pontos turísticos de Sapiranga - Casa Tombada


Casa Tombada



A casa construída em 1845 pelo imigrante alemão Johan Schmidt, permanece até hoje, constituindo-se numa das casas mais antigas de Sapiranga. De estilo enxaimel, a casa foi erguida com paredes feitas com barro socado, amontoando-se certas porções até completá-las. Postes, linhas, barrotes e caibros, com encaixes feitos a martelo e talhadeira e fixados com tacos de madeira formavam a estrutura da residência. O telhado era feito de tabuinhas engatadas em ripas. Mais tarde, quando apodreciam, eram trocadas por telhas de folhas de zinco ou telhas de barro.(A casa tombada foi restaurada).